Santuário Nossa Senhora da Agonia
  •  Av. N. Sra. da Agonia, s/n – Bairro N. Senhora da Agonia - CEP 37500-970
  • Itajubá-MG - Tel: (35) 3623-2512 – E-mail: pascom@nsagonia.com.br

Pastorais

1. CCP: Conselho Comunitário de Pastoral »

2. CAE: Conselho de Assuntos Econômicos »

3. Pastoral da Liturgia »

4. Pastoral do Dízimo »

5. Pastoral do Batismo »

6. Pastoral da Acolhida »

7. Pastoral do Canto Litúrgico »

8. Pastoral da Comunicação »

9. MECE - Ministério Extraordinário Comunhão Eucarística »

10. Ministério Acólitos »

11. Ministério Coroinhas »

12. Ministério de Leitores »

13. Equipe de Patrimônio »

14. Cestas Básicas »

15. Movimento dos Servitas »

16. Grupo de Adoradores »

 

O Conselho Comunitário de Pastoral (CCP) é o instrumento que a comunidade possui para melhor viver, experimentar e espelhar nosso Deus Trindade. É a célula vital de coordenação, integração e animação da Comunidade-Igreja. Garante o espírito de comunhão e participação da comunidade eclesial e o êxito de todos os eventos, realizações e atividades, bem como a partilha da responsabilidade financeira.

O Conselho serve para: 

- Garantir o bom andamento da comunidade, o crescimento na fé, a organização pastoral, mantendo viva a esperança e, sobretudo, a convivência participativa e fraterna;

- Convocar e Coordenar as Assembleias Comunitárias;

- Encaminhar e acompanhar as decisões da Assembleia, através da elaboração e acompanhamento do plano de ação pastoral, tendo presente as orientações da Diocese e as necessidades da comunidade;

- Providenciar conjuntamente com a Equipe Administrativa, os recursos necessários para garantir o bom andamento dos serviços e decidir sobre a aplicação dos recursos da Comunidade-Igreja;

- Cuidar da formação dos participantes do conselho;

- Explicar e conscientizar os integrantes dos diversos serviços, pastorais e movimentos sobre a importância e função do Conselho na comunidade;

- Organizar encontros de formação na Comunidade e encaminhar as lideranças para cursos de formação na área, região e Diocese;

- Ser um elo de ligação e integração de todos os serviços, bem como da Comunidade-Igreja com as Comunidades, Paróquia, Região de Pastoral e Diocese;

- Articular a participação da Comunidade-Igreja nas lutas pela promoção humana e social;

- Integrar a Comunidade-Igreja com as demais entidades atuantes no bairro ou região para somar forças nas lutas comuns a serviço da vida;

- Rezar, contemplando os acontecimentos (conquistas e dificuldades que surgem), como momentos especiais da revelação de Deus na comunidade;

- Acreditar e manter viva a fé de que o centro da comunidade é a pessoa e projeto de Jesus Mestre e Pastor e que somos instrumentos para realizar a vontade da Trindade.

Espiritualidade da comunhão:

Antes de planejar iniciativas concretas, é preciso promover uma espiritualidade da comunhão. Espiritualidade de comunhão significa ter o coração voltado para o mistério da Trindade.

Significa a capacidade de sentir o irmão de fé como «um que faz parte de mim»… É ainda a capacidade de ver, acima de tudo, o que há de positivo no outro… Por fim, espiritualidade da comunhão é saber «criar espaço» para o irmão, levando «os fardos uns dos outros» e rejeitando as tentações egoístas que sempre nos insidiam e geram competição, suspeitas, ciúmes.

Critérios para ser participante: É importante que os membros do Conselho sejam pessoas de fé, acreditem e participem ativamente da comunidade eclesial. Tenham capacidade de relacionamento acolhida e diálogo e se esforcem para trabalhar em equipe. É importante ter uma visão aberta a todas as necessidades da própria comunidade e de todas as comunidades, numa dimensão missionária, sem fronteiras. Necessariamente devem ser indicados pelos grupos que representam. O número vai depender de cada comunidade e das pessoas que atuam em cada setor da Pastoral.

  • Coordenadora: Claudia Silva Rocha Emygdio
  • Vice Coordenador: Paulo Henrique Cortez
  • 1° Secretária: Janaina Santos Lemos
  • 2° Secretária: Dila Fortes Vilas Boas
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1. O CAE é o órgão representativo da comunidade paroquial, que sob a presidência do pároco, colabora na administração dos bens da paróquia, atendendo as necessidades pastorais definidas pelo pároco, junto com o Conselho Pastoral Paroquial (CPP).

2. O CAE é distinto do Conselho Paroquial de Pastoral ou de comissões de festas e obras.

3. O CAE é presidido pelo pároco ou administrador paroquial, não podendo se reunir sem a sua presença ou de uma pessoa por ele especialmente indicada, para presidir a reunião.

4. Para a constituição do CAE, escolher pessoas responsáveis, católicas, dignas, honestas, conscientes de seu papel, disponíveis e capazes no campo administrativo.

5. Os membros são escolhidos pelo pároco e aprovados pelo Conselho Paroquial e pelo Conselho Econômico Diocesano.

6. O CAE é obrigatório e deve existir em todas as paróquias.

  • Coordenador: Ernani Ferreira da Silva
  • Vice Coordenador: Ronaldo Balzi
  • Secretário: Ademir C. Guimarães.
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É a ação da Igreja que zela pela qualidade das celebrações dos mistérios da fé, a fim de permitir, na vivência sacramental, o encontro com Cristo.

Prepara a comunidade com a formação litúrgica necessária, bem como oferece suporte às equipes de celebração na preparação dos roteiros das celebrações.

Realiza encontros de oração e formação litúrgica.

  • Coordenadora: Marta M. de O. Saturnino
  • Vice Coordenadora: Vera Lúcia Mohallem
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A Pastoral do dízimo tem como objetivo incentivar os fiéis a partilharem o fruto de seu trabalho.

Entre as atividades dos membros da Pastoral do Dízimo está: incentivar aos fiéis ao pagamento do dízimo, promover o relacionamento da paróquia com o dizimistas, organizar as missas do Dízimo, rezar e estar atento às necessidades dos irmãos dizimistas.

É importante lembrar que o Dízimo tem destino certo. Ele é direcionado para seis dimensões da obra evangelizadora.

1º Dimensão Litúrgica;
Nas despesas com culto (toalhas, velas, flores, folhas de canto, luz, água, vinho, hóstias, etc.).

2º Dimensão Pastoral;
Despesas com as pastorais (catequese, roteiros, livros, cartazes…)

3º Dimensão Comunitária;
Remuneração dos padres, dos funcionários, manutenção da igreja, da casa paroquial, da secretaria, etc.

4º Dimensão Social;
Promoção humana e social, pobres, idosos, crianças, dependentes químicos, etc.

5º Dimensão Missionária;
Colaboração com as paróquias mais carentes da diocese e com as missões.

6º Dimensão Vocacional
Formação de lideranças, novos padres, ministros, catequistas, etc.

O dízimo coerente é aquele que nasce e cresce pela fé. A plena conversão do cristão ao dizimo está na mesma medida e proporção de sua conversão em Cristo. Fruto disso, brota a fé, o amor, justiça, caridade, fraternidade e solidariedade, entre os irmãos e na comunidade.

  • Coordenadora: Terezinha M. S. Carvalho
  • Vice Coordenadora: Ana Maria Silva Ferreira
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O Batismo é o ponto de partida da vida de todo cristão, pois é o primeiro sacramento que recebemos. Ao receber o batismo, somos incorporados à Igreja como membros participantes de sua missão. É por meio do Batismo que participamos da Redenção que Jesus nos conquistou com o Seu precioso sangue. Tanto assim, que Ele disse aos Apóstolos, pouco antes de sua Ascensão ao Céu: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,16). Assim, ser batizado, é fazer parte de Jesus, é ser membro de Sua Igreja, é ser filho de Deus adotado por Jesus Cristo, é ter o Céu por herança, e ter Maria como Mãe. Logo, ser batizado faz muita diferença!

O objetivo da Pastoral do Batismo é conscientizar pais e padrinhos sobre o valor do Sacramento do Batismo e dos  demais sacramentos. Atualmente, o esforço pastoral segue no sentido de mostrar que o batismo seja, cada vez menos, um rito puramente tradicional e social, e cada vez mais uma entrada consciente do homem para o mundo de Cristo e seu Evangelho.

  • Coordenador: José Alaor / Terezinha Vieira
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Acolhei-vos uns aos outros, como Cristo nos acolheu para a glória do Pai” (Rom. 15,7). No exercício de acolher, o primeiro passo é enxergar os irmãos da forma como Jesus os enxergaria. Isso é atitude cristã que requer disposição e muita vontade em cumprir com as ordens do Mestre. Em nossas famílias, em nossa cultura, a acolhida aos hóspedes, as visitas que chegam a nossas casas, sempre foi uma atitude alegre e de muita atenção a quem nos recorre.

O serviço prestado pela Pastoral da Acolhida é um trabalho de muita dedicação com o objetivo de fazer com que os paroquianos e romeiros se sintam à vontade em nosso Santuário. As principais funções desta pastoral são acomodar as pessoas nos bancos, dar informações, entregar folhetos ou jornais e outras mais. As ministras e ministros da Acolhida têm bem claro que é preciso sempre receber a todos com alegria, dar boas-vindas, dirigir a todos palavras de conforto e esperança tendo sempre estampado no rosto o amor próprio dos cristãos.

Certamente as pessoas quando são bem recebidas em nossas Igrejas, retornam às suas casas mais felizes e agradecidas, com vontade de participar e ser membro da comunidade. Os agentes da Pastoral da Acolhida articulam a comunicação na comunidade; garantem uma imagem da Igreja como Mãe acolhedora, além de estar em contato direto com os sentimentos e desejos do povo de Deus. A orientação bíblica: “Acolhei-vos uns aos outros, como Cristo nos acolheu para a glória do Pai” (Rom 15,7) é uma máxima neste trabalho. Parece fácil quando se fala em acolher alguém na Igreja. Haja vista que tal tarefa é reservada para pessoas com dons especiais, dotadas de simplicidade, mas também de muito zelo.

É evangélico o acolhimento que se presta à comunidade e por isso, deve ser orientado e embasado na palavra de Deus, que motiva e dá animo aos acolhedores fazendo-os desempenharem um bom trabalho de pastoral.

  • Coordenadora: Corina Ferrini R Costa
  • Vice Coordenadora: Terezinha M. S. Carvalho
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“A música litúrgica será tanto mais santa quanto mais intimamente estiver unida à ação litúrgica” (SC 112)

A música é parte integrante da liturgia e não apenas enfeite. A música será litúrgica quando nela a Igreja reconhecer sua oração, quando ela aparece para acompanhar os textos a serem cantados. Ela possui as mesmas marcas da própria liturgia, participa de sua finalidade “que é a glória de Deus e a santificação dos fiéis”. Com a música vemos a manifestação de vida e alegria de nossa comunidade.

A música tem como objetivo animar a Liturgia com cantos litúrgicos. É função também da Pastoral animar retiros, seminários, encontros e etc.

  • Coordenadora: Raquel Fernandes
  • Vice Coordenador: Leandro R. de Vilas Boas 
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“Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda criatura.” (Mc 16,15) Conforme afirmou, o Papa, João Paulo II: “Evangelizar é comunicar”. Essa Pastoral trabalha a notícia relacionada aos trabalhos da Comunidade Paroquial, divulgando-a no âmbito interno e externo da Paróquia, com o objetivo de levar ao conhecimento público o que a nossa Igreja católica vem realizando.  É a pastoral do ser/ estar em comunhão/ comunidade. É a pastoral da acolhida, da participação, das inter-relações humanas, da organização solidária e do planejamento democrático do uso de recursos e instrumentos da comunicação. Não é uma pastoral a mais, mas aquela que integra todas as demais pastorais.

Objetivo:

 - Evangelizar através da comunicação, tornando presente os valores da mensagem de Cristo nos meios de comunicação social;

- Através de meios de comunicação manter os fiéis informados de tudo que acontece na Comunidade;

- Fazer a divulgação dos eventos e festas que acontecem na Comunidade.

  • Coordenadora: Cláudia Silva R. Emygdio
  • Vice Coordenadora: Janaina Lemos
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A palavra ministério deriva do latim – ministerium – e significa ofício próprio dos servos, função servil ou simplesmente serviço. Uma espécie de prestação de serviço a indivíduos e grupos, por parte de alguém que o faz de modo espontâneo e organizado.

Um ministério na igreja constitui um serviço com características comunitárias e a cada pessoa, Deus confere dons para que possa colocá-los a serviço da comunidade (cf. Rm 12, 4-5)

Todo ministério eclesial tem o seu fundamento e o seu sentido no ministério de Cristo, Verbo de Deus feito carne (cf. Jo 1,14) cabeça do Corpo que é a Igreja (cf. Ef 4,15) que assumiu a condição de servo (cf. Fl 2,6-7) e lavou os pés dos discípulos (cf. Jo 13,3). Ele veio não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida (cf. MT 20, 28).

O Concílio Vaticano II retoma a dimensão de serviço como vocação de todo o povo de Deus. Somente a partir desta visão é possível, novamente, criar espaço para outros ministérios permanentes na Igreja. São muitos os tipos de Ministérios. Os Ministros Extraordinários da Eucaristia fazem parte dos MINISTÉRIOS DOS SACRAMENTOS, por cuidarem justamente e diretamente do Sacramento da Eucaristia. É dever de cada Ministro buscar instrução, bem como de seu Pároco e Assessores oferecer o aprimoramento espiritual dentro das seguintes normas:

- Estudo e pesquisa dos documentos da Igreja;

- Retiros em grupo; 

- Reciclagem por meio de cursos,  conferências,  seminários  e congressos  promovidos em âmbito regional ou paróquia; 

- Permanente atualização a nível teológico e pastoral à luz da Eucaristia, buscando a própria santificação e dos outros;

Cada Ministro, por ser perante o mundo, testemunho da ressurreição e da vida do Senhor Jesus, e sinal do Deus vivo. É seu dever aprimorar-se na oração, praticar a penitência, conhecer os documentos da Igreja e viver a doutrina cristã.

Sua missão junto á comunidade se dá principalmente no exercício das seguintes atividades:

- Cooperar diretamente com o pároco na Pastoral Eucarística; 

-  Levar a Sagrada Comunhão aos enfermos e idosos e aos impossibilitados de irem à Igreja; 

-  Auxiliar o pároco na Celebração Eucarística e na Liturgia da Palavra; 

-  Agir sempre em comunhão com o pároco e sob a orientação da hierarquia da Igreja Particular da diocese a que pertence; 

- Ministrar a Sagrada Comunhão a si e aos outros fiéis, quando necessário, durante a Santa Missa; 

- Presidir o culto eucarístico na ausência do sacerdote. 

Para ser um Ministro é preciso antes de tudo, ser católico, ter vocação e possuir aptidão par os serviços da  Igreja, possuir comprovada idoneidade moral, saúde  mental e equilíbrio emocional. É necessário que cada candidato tenha vida cristã autentica e disponibilidade para a Igreja; seja indicado pela comunidade com encaminhamento do pároco; comprometa-se com a linha de pastoral da arquidiocese, assumindo os desafios de sua região pastoral.

Quando casado, viver em harmonia com o sacramento do matrimonio e contar com a aceitação do cônjuge e dos filhos. Exercer atividades profissionais compatíveis com os compromissos do Batismo e da Crisma. Não praticar maus hábitos. 

  • Coordenador: Jairo Douglas Emygdio
  • Vice Coordenador: Pedro Paulo Oliveira
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O que é o acólito?

A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar.Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.

Quando é que o acólito começa a ajudar e a servir o presidente da missa? Quando o bispo ou o presbítero, na sacristia, tomam as suas vestes. Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.

Só depois de tudo isso feito é que o acólito pensa em si próprio. No fim de ter ajudado o presidente da celebração, também ele tira a sua túnica e a guarda. Enquanto faz tudo isso, agradece a Jesus por ter estado a servi-lo na pessoa dos seus ministros, e pode lembrar-se daquela palavra do Senhor: Tudo aquilo que fizestes a um dos meus irmãos, mesmo aos mais pequenos, foi a mim que o fizestes.

Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada domingo.

Quem pode ser acólito? Há acólitos instituídos e acólitos não instituídos.

a) Acólitos instituídos:
Chamam-se acólitos instituídos, aqueles que o bispo duma diocese chamou e fez acólitos. Este chamamento e esta instituição pelo bispo querem dizer que um acólito instituído é convidado a participar muito empenhadamente na celebração da Eucaristia, que é o coração da Igreja, e que o deve fazer sempre que esteja presente e for convidado a fazê-lo pelo responsável da celebração. Também quer dizer que, dentro da mesma diocese, o acólito instituído pode ser chamado a realizar o seu serviço em qualquer paróquia, desde que o pároco o convide ou lho peça, uma vez que o bispo que o chamou é o bispo de todas as paróquias dessa diocese.

Quem é que pode ser acólito instituído? Só os rapazes que se preparam para isso durante bastante tempo. É o que acontece com os seminaristas, embora também possam ser chamados outros rapazes ou homens que não sejam seminaristas. Este pormenor quer dizer que, um dia, se esse rapaz ou homem vier a ser ordenado padre, deve não só servir bem, como bom acólito que foi, mas também ensinar os mais novos da paróquia onde estiver, a serem bons servidores, ou seja, ótimos acólitos, como o vosso pároco está agora a fazer convosco.

b) Acólitos não instituídos:
Os acólitos não instituídos são em muito maior número do que os instituídos. São aqueles que nós conhecemos melhor, porque os vemos todos os domingos a servir na missa, nas nossas paróquias. Eles podem ser rapazes ou moças. Quem os chama para serem acólitos é o pároco de cada paróquia e não o bispo da diocese. Esse chamamento é precedido duma preparação. Juntamente com o Curso é muito importante praticar o serviço de acólito, procurando fazê-lo cada domingo com maior perfeição e atenção, mas sobretudo com muito espírito de fé. Podemos dizer que Jesus foi o primeiro de todos os acólitos, pois disse um dia estas palavras: Eu estou no meio de vós como quem serve. Ora, o acólito, quer seja instituído quer seja não instituído, é e deve ser cada vez mais um rapaz ou uma moça que gostam de servir a Deus e aos seus irmãos na vida, a começar pelos que moram em sua casa e com os que com eles convivem mais de perto, e também na liturgia.

Os serviços dos acólitos não instituídos

Antes de começar a missa: 
prestar todos os serviços ao presidente e ver se o altar e tudo o mais está preparado para a celebração.

Ao começar a missa: 
na procissão de entrada, a caminho do altar, levar a cruz, assim como os castiçais acesos.

Durante a missa: 
- servir o presidente em tudo o que for preciso: apresentar o missal e as coisas necessárias para preparar o altar;
- acompanhar o presidente e os ministros extraordinários durante a distribuição da comunhão aos fiéis;
- arrumar os vasos sagrados, na credência, depois da purificação.

No fim da missa:
acompanhar o presidente e ajudá-lo a tirar as vestes. Só depois disso é que o acólito tira a sua túnica.

  • Coordenadora: Gabriela Simões de Carvalho
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Os(as) Coroinhas são meninos e meninas de sete a quatorze anos que realizam em sua vida a experiência do discipulado e do serviço a comunidade, de modo especial nas celebrações eucarísticas. Desde uma tenra idade estes adolescentes são convidados a doar tempo da sua vida em testemunhar Jesus Cristo e viver em intimidade com Ele no serviço ao altar, nas celebrações eucarísticas. São convidados a dar testemunho da sua missão também na família, na escola, no grupo de catequese e assim por diante.

Missão

O Coroinha tem como missão fundamental auxiliar nas celebrações eucarísticas e nos demais serviços da comunidade. Dá testemunho da radicalidade do amor de Deus que chama a muitos como outrora ao jovem Samuel, a Tarcísio, a Adílio, à Maria Goretti a dar sua contribuição na construção do Reino de Deus no ambiente onde está inserido, seja na família, no grupo de Coroinhas, na comunidade, na escola, etc.

Por atuar diretamente nos serviços do altar e da comunidade o Coroinha também tem por missão, o zelo pela comunidade como ambiente de oração, favorecendo a oração comunitária e o bom ambiente celebrativo, além de defender a Eucaristia, a exemplo de seu padroeiro São Tarcísio.

Espiritualidade

O Coroinha, em cada celebração eucarística, torna-se pequeno guardião e defensor da sacralidade da Eucaristia. É chamado a dar testemunho da presença real de Cristo na Eucaristia e das bênçãos que Ele derrama em sua Igreja. A piedade, a oração, a adoração a reverência e gosto pelos demais sacramentos também são marcas da espiritualidade que o Coroinha deve cultivar em sua vida. Para que isso possa ser realizado com êxito os Coroinhas contam com a intercessão dos seus santos padroeiros e do Anjo da Guarda. São eles: São Tarcísio, Santa Maria Goretti, beato Adílio Daronch e do seu Anjo da Guarda.

São Tarcísio é mártir da Eucaristia. Sendo Coroinha soube defender até a morte a sacralidade da Eucaristia. É testemunho de um Coroinha que soube cumprir com sua missão. Santa Maria Goretti morreu com a idade de 12 anos e é símbolo da pureza e da reta intenção em servir o Senhor, não temendo doar a própria vida por isso. O beato Adílio é testemunho, no século XX, da mesma missão de Tarcísio nos primeiros séculos do cristianismo e que perpassa os séculos. Também doou a sua vida pela evangelização, enquanto cumpria com sua missão de Coroinha.

Ambos são testemunhos concreto da missão e da importância dos Coroinhas na Igreja. São impulso e coragem para que cada Coroinha possa sempre servir e amar Cristo e sua Igreja. Lembra a todos os Coroinhas da bela e importante missão que têm e da importância de leva-la a sério.

  • Coordenadora: Amanda Daniela da Silva
  • Vice Coordenadora: Natália Pereira F. Araújo
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Na liturgia a palavra constitui aspecto elevado. A palavra na liturgia tem uma série de implicações com ela podemos: convocar a assembleia, acolher, receber, saudar, rezar, ler, aclamar, cantar, cumprimentar, admoestar, convidar, informar, notificar, avisar. Praticamente não existe celebração na liturgia cristã, onde não se proclame a Palavra de Deus. A Palavra de Deus na liturgia é mais do que uma instrução ou informação “é presença salvífica”.

Deus sempre fala a mente e ao coração daqueles que o procuram. A Palavra de Deus é viva, eficaz. “Porque a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Heb 4,12).

O leitor é um ministro da Palavra, está a serviço de Deus e da comunidade, deve estar consciente de está emprestando a sua voz ao próprio Deus. O leitor precisa se preparar, não consegue ler corretamente nas assembleias litúrgicas quem antes não treinou, não meditou, não penetrou no texto a ser proclamado.

Antes de proclamar o texto o leitor deve fazer como Ezequiel. “Filho do homem, falou-me, come o rolo que aqui está, e, em seguida vai falar à casa de Israel. Abri a boca, e ele mo fez engolir. Filho do homem, falou-me, nutre o teu corpo, enche o teu estomago com o rolo que te dou. Então o comi, e era doce na boca, como o mel.” (Ez 3,1-4). É preciso que o leitor saiba o texto com antecedência e procure aprofundar sua mensagem para poder dar vida e calor a leitura.

É importante que o leitor acredite e viva o que anuncia. Deus pede testemunhas vivas e o leitor deve ser uma dessas testemunhas. “Porém, como invocarão aquele em quem não tem fé?. E como crerão naquele de quem não ouviram falar?. E como ouvirão falar, se não houver quem pregue?. Logo, a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da palavra de Cristo” (Rom 10,14.17).

O leitor pleno de Deus, o comunica a todos. Se nos assemelhamos a Cristo aqueles que nos viram ficarão pensando Nele. O leitor não apenas lê, mas comunica. A formação técnica do leitor também é muito importante. O leitor ao proclamar a Palavra de Deus deve fazê-lo de tal forma que todos os presentes da assembléia “ouçam e entendam”.

Ao se formar tecnicamente é bom que o leitor se lembre:

1) Não é aluno de teatro (ator) ou candidato a locutor de rádio ou televisão;
2) Ter o cuidado para não assumir atitude de pose;
3) De acatar com humildade as observações de seu formador ou da coordenação.

  • Coordenadora: Maria do Carmo R de Brito
  • Vice Coordenadora: Dila Fortes Vilas Boas
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No caso específico do nosso Santuário, além de zelar e manter em constante atualização o número de bens materiais do Santuário, visa também acolher, organizar e arquivar devidamente todas as correspondências e ex-votos dos peregrinos, bem como manter de forma ordenada e acessível o Sala de Promessas

  • Coordenador: José Alaor Vieira
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Nosso santuário assiste mensalmente a várias famílias necessitadas de nossa cidade, devidamente cadastradas e acompanhadas pelos agentes. É um trabalho que é fruto da caridade e da gratuidade de muitas pessoas de nossa comunidade. Mensalmente é feito também um trabalho de espiritualidade com as famílias no próprio Santuário e também são realizados eventos em ocasiões específicas durante o ano, com as famílias assistidas.

  • Coordenadora: Meire Pereira Ferreira
  • Vice Coordenadora: Maria Auxiliadora N. Marques
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servitas

 

1- Origens do movimento

Antes que eu recorde aqui como nosso movimento começou, vou fazer um breve relato da história da chamada “Ordem dos Servos de Maria”, ou simplesmente, dos Servitas. Foi inspirado nesta ordem que surgiu o nosso movimento.

No início da construção do Santuário, muitos devotos de N. S. da Agonia vinham aqui para o alto deste monte para rezar e procuravam ajudar de alguma forma. Umas ajudavam em atividades relacionadas à construção e outras as relacionadas às celebrações. A verdade é que, todas buscavam uma aproximação com Nossa Senhora da Agonia e, consequentemente, com Deus. Foi aí que nosso saudoso Pe. José Aquilino Machado, MSC, inspirado na Ordem dos Servos de Maria, teve a ideia de fundar o “Movimento dos Servitas do Santuário”. Seu desejo era fazer com que todos os devotos de N. S. da Agonia, que viviam o dia-a-dia do nosso Santuário, se sentissem motivados e protegidos por nossa Mãe e Rainha do Céu. Além do mais, ele queria que todos aqueles que aderissem ao nosso movimento, tivessem a oportunidade de se prepararem melhor para uma vida em comunidade, e o que é mais importante, para uma vida de serviço e oração. Todos aqueles que ingressavam em nosso movimento eram por ele consagrados a Nossa Senhora da Agonia como seu servo. Como vêm, não somos uma ordem como a dos servos de Maria fundada pelos sete santos, pois somos todos leigos. Podemos dizer que somos um movimento, isto é, o movimento dos servitas do Santuário N. S. da Agonia, e que de certa forma procura seguir a mesma espiritualidade vivida pelos sete santos da ordem anteriormente referida.

Ao terminar este tópico quero deixar bem claro aqui uma importante observação: o movimento dos servitas de nosso Santuário se submete, em toda e qualquer situação, à autoridade do Padre responsável por este Santuário.

2- O movimento dos Servitas do Santuário, se fundamenta em três pontos:

a) Serviço

imagemA maior parte da nossa vida transcorre no trabalho de cada dia; seja ele braçal ou mental, doméstico ou empresarial, profissional ou particular. O trabalho foi colocado em nossa vida, por Deus, como um meio de santificação.

Voltando agora nossa atenção para a nossa participação aqui no Santuário, a pergunta que fazemos é a seguinte: qual é a característica do nosso trabalho aqui? E prontamente respondemos: trata-se de um trabalho voluntário e com o pensamento voltado para Deus.

Na verdade essa é uma atividade que tem valor de oração e que inegavelmente é agradável a Deus. Através dele, certamente nos aproximamos a passos largos da misericórdia de Deus.

Agora, toda e qualquer instituição possui tarefas de caráter logístico e quotidiano. Estas tarefas no nosso Santuário são entregues aos nossos poucos funcionários, como não poderia deixar de ser. Por outro lado, existem inúmeras outras tarefas, que podem e devem ser assumidas pelos servitas.

No momento, o movimento dos servitas de nosso Santuário atua nos seguintes setores de atividades: serviços de ajuda as famílias carentes (arrecadação, distribuição e visitas), serviços de limpeza em geral, serviços de informações e de acolhimento a fiéis (visitantes e ou romarias), serviços relacionados com a liturgia, serviços junto aos nossos colaboradores, entre outros.

b) Obediência

Outra vocação importante inerente ao nosso trabalho é a da obediência. Obedecemos, não porque somos reverentes ou incapazes de raciocinar, não, mas sim pela alegria de aceitar o que a cada momento nos é destinado, e também pela humildade de nos reconhecermos como uma pequena parte de um todo.

Lembramos que nós, os servitas, não estamos aqui buscando interesses pessoais ou posição de destaque. Pelo contrário, estamos aqui como servos de Maria e, portanto, desprovidos de qualquer vaidade.

c) Oração

imagem2Rezamos, não por sermos particularmente místicos, mas por uma vontade de aproveitar a “atmosfera de paz” que sentimos aqui no alto deste monte sagrado quando estamos atuando em nosso serviço.

Afinal de contas, a glória do Senhor se manifesta apenas onde há oração. A oração é uma arma espiritual, mesmo se estivermos em pecado. Por pior que seja o momento que estejamos vivendo, sempre devemos orar. As situações podem ser revertidas por meio da oração. Devemos sempre usar essa arma poderosa que Deus colocou a nossa disposição.

3- Orações próprias para o dia da renovação dos compromissos dos Servitas (17 de fevereiro) 

a)- Renovação da consagração dos Servitas a N. S. da Agonia

Senhor Jesus aqui presente no Santíssimo Sacramento do altar, eu …(Nome do servita)… renovo meus compromissos de fidelidade a minha consagração de Servita de Nossa Senhora da Agonia com minha piedade e meu serviço neste Santuário o que vos pedimos insistentemente pela interseção da mesma Mãe de Deus e dos Santos Fundadores Servos de Nossa Senhora, que hoje estamos celebrando no dia a eles consagrado. AMÉM!

b)- Ladainha dos Santos Servos de Nossa Senhora

Senhor, tende piedade de nós!
Jesus Cristo, tende piedade de nós!
Senhor, tende piedade de nós!
Jesus Cristo, ouvi-nos!
Jesus Cristo, atendei-nos!
Deus Pai dos Céus, tende piedade de nós!
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós!
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós!
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós!
Santa Maria, rogai por nós!
Nossa Senhora da Soledade, rogai por nós!
Nossa Senhora da Piedade, rogai por nós!
Nossa Senhora da Agonia, rogai por nós!
Santos Sete Fundadores Servos de Nossa Senhora, rogai por nós!

São Falconieri, rogai por nós!
São Monaldi, rogai por nós!
São Manetto, rogai por nós!

São Buonagiunta, rogai por nós!
São Degli Amigdei, rogai por nós!
Santo Ugoccioni, rogai por nós!
São Sostegni, rogai por nós!
São José, rogai por nós!
Santa Terezinha, rogai por nós!
Santa Rita, rogai por nós!
São Francisco de Assis, rogai por nós!
Santo Antônio, rogai por nós!
Santa Luzia, rogai por nós!

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos Senhor!
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos Senhor!

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós!
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! 

Oremos: Sete Santos Fundadores Servos de Nossa Senhora, alcançai-nos (neste dia a vós consagrado) a fidelidade a todos os nossos compromissos para com Nossa Senhora da Agonia, vivendo plenamente as virtudes cristãs e a prática de levar adiante o nome e a devoção para com esta Mãe de Jesus Cristo e Mãe nossa. Por Cristo nosso Senhor. Amém.

Fotos mais antigas: 11 de fevereiro de 2008

  • Coordenadora: Natália Pereira F. Araújo
  • Vice Coordenadora: Águeda Rezende
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Adoradores Adoradores1

 

 

 

 

 

 

 

Certamente, algo que chama a atenção em nosso Santuário desde o seu início, é o clima de oração que aqui se respira. Certamente o local, mais retirado e no alto de uma colina favorece o ambiente orante. Contudo, certamente, a presença de Jesus Eucarístico, exposto no Santíssimo Sacramento diariamente, das 6h30 às 22h, é o que favorece este ambiente sagrado, onde muitas pessoas veem diariamente buscar, no Coração de Jesus, fonte de graças, aquilo que necessitam para levar adiante a vida cotidiana. Para que a exposição do Santíssimo Sacramento seja possível, há no santuário um grupo constante de adoradores que voluntariamente e por amor a Jesus na Eucaristia, fazem um revezamento na adoração durante todo o dia. Hoje, são aproximadamente 180 adoradores. Qualquer pessoa que queira dedicar um tempo por semana a este exercício espiritual tão necessário e fecundo para a vida pessoal e da Igreja, pode entrar em contato com a coordenação.

  • Coordenador: Paulo Cortez / Fabíola
  • Vice Coordenador: Ronaldo e Eliana
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